Sexta-Feira 13! Momento Terror!

Sexta-Feira 13! Momento Terror!

Olá, sou eu, Elisandra, sei que não posto há algum tempo, mas acaba de fazer 1 semana que houve a  Sexta-Feira 13, isso é algo que se merece comemorar, então irei lhes contar uma linda historinha sobre uma pequena garotinha…

Bom, ninguém sabe ao certo como começou, alguns dizem que ela morreu no sanatório, outros dizem que ela fugiu e morreu na floresta, mas enfim, a conclusão é a mesma: Seu espírito gosta de passear e fazer visitas em sextas-feiras 13!

Dulce nunca foi uma criança normal, isso todos sabiam, por volta do século XVIII, nascia os irmãozinhos de Dulce, um casal de gêmeos, os pais estavam tão felizes! Como eram lindas as crianças! Tão pequenininhas e delicadinhas! De olhinhos verdes e cabelos loiros! Tão parecidos! Todos sorriam ao vê-los, todos, menos Dulce, Dulce não estava disposta a dividir a atenção de seus pais com aquelas criaturinhas choronas! Ela também era bonita, possuía apenas 4 anos, cabelos ondulados negros e olhos verdes, porém com o nascimento dos gêmeos haviam esquecido de sua beleza, ela estava certa de que os bebês haviam feito algo com a mente de seus pais e familiares.

Durante a noite, Dulce levantou-se e foi para perto do berço onde os bebês dormiam juntinhos, um abraçado no outro, uma cena linda de se ver! Não para Dulce. Dulce sorri, iria fazer aqueles bebês pagarem por toda atenção que ela perdera. Com suas mãos envolve os pescoços dos bebês, iriam ser duas mortes valendo como uma, assim como o nascimento deles, dois em um!

Os bebês não conseguem nem chorar antes da escuridão eterna os envolverem, morreram juntos, assim como nasceram, na exata ordem, primeiro o menino, Nate, segundos depois a garota, Candice, assim que Dulce percebe que eles já não chorarão mais, ela aumenta o sorriso e corre segurando os bebês pelo pescoço até o quarto dos pais:

-Mamãe! Papai! Podem voltar a me dar atenção agora! Os bebês não incomodarão mais! -diz ela sorrindo.

Os pais acordam e ao verem a cena ficam chocados, a mulher não se aguenta e começa a chorar pela morte de seus bebês e pelo medo que sentia de sua primogênita, o pai já foi mais racional, pegou um cavalo e o encilhou, disse para Dulce que a levaria para passear e levou-a para o sanatório mais próximo da cidade, lá explicou o caso e as enfermeiras a levaram para um local isolado, Dulce não gostou, queria atenção, queria alguém dizendo que era linda, que parecia uma boneca, ela começou a gritar, chorar, espernear e se jogar no chão.

Seus escândalos duraram 3 dias, até uma sexta-feira 13, onde um dos internos provocou um incêndio, no meio da evacuação ninguém percebeu a ausência da garota e ninguém percebeu o silêncio do local, pois haviam se habituado aos gritos, lembraram-se dela apenas após o incêndio, quando tudo já estava apagado, quando foram para sua cela, não encontraram nada, havia apenas um único círculo bem definido onde não havia pego fogo, o resto estava destruído e em cinzas ,havia um pequeno buraco na parede, um adulto não passaria por ali, mas uma criança sim.  Procuraram durante muito tempo algum sinal do corpo da criança, mas nunca encontraram, fizeram buscas na floresta e nenhum sinal da mesma.

O caso havia sido esquecido, até outra sexta-feira 13 algum tempo depois, quando a enfermeira responsável por Dulce estava se preparando para dormir vê o reflexo de uma garotinha de vestido branco simples, cabelos negros em chiquinhas, olhos verdes inocentes e pele pálida, muito pálida, logo reconhece como a garotinha que supostamente estava morta:

-Dulce? -pergunta ela.

A menina sorri:

-Sim! Eu sou linda? -indaga a garotinha inocentemente.

-Sim, claro… –responde a pobre enfermeira sem saber como responder exatamente: -Como veio parar aqui? –pergunta delicadamente.

-Você gosta de mim? – Dulce ignora a pergunta da enfermeira.

-Eu… Gosto, claro, és uma linda criança!

-Você me trocaria por bebês?

-Não, não mesmo! Ninguém faria isso!

-Então irei me livrar de sua filha para você ficar comigo!

-O que? – pergunta a enfermeira sem entender nada, ela possuía uma filha de dois anos, sua única filha, pois seu marido falecera de uma doença incurável na época.

Dulce desaparece misteriosamente e a enfermeira escuta o grito agudo de sua criança, corre para o quarto dela, mas chega tarde de mais, o corpo dela jazia imóvel no chão com Dulce ajoelhada ao seu lado sorrindo:

-Agora podemos brincar! -comenta Dulce animada.

-O que você fez seu monstro! -Diz a enfermeira desesperada e em prantos.

Os olhos de Dulce se acendem em raiva:

-Você mentiu! Você não gosta de mim! Você iria me trocar por essa menina!

A enfermeira não consegue responder, pois sente seu ar faltando, logo sua visão escurece e ela tomba ao chão, no dia seguinte apenas encontram os corpos, sem respostas de como morreram, durante muitos anos isso acontece, porém é abafado, pois ninguém sabe como as pessoas morrem, há sinal de falta de oxigênio no cérebro, porém raramente as pessoas possuem algo que possa explicar isso, não há marcas, apenas corpos.

Dulce aparece nas sextas-feiras 13 em busca de atenção, para isso elimina qualquer um ou qualquer coisa em seu caminho, se a encontrar, não a ignore, fale apenas com ela, sorria apenas para ela, faça elogios apenas para ela, tenha olhos apenas para ela, ela é pior do que namorado (a) ciumento, pois suas chances de sobrevivência com ela são bem menores…

Assinado: Elisandra.

Boa noite e bons sonhos! :*

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